domingo, 20 de maio de 2012

A importância de uma dieta equilibrada!



                Embora os dias atuais tenha apresentado um grande aumento no consumo de produtos industrializados e semi prontos, contraditoriamente nota-se uma maior preocupação por parte de alguns em relação a uma busca por uma alimentação mais equilibrada e saudável. Além da questão da estética, moda ou vaidade, ter uma alimentação equilibrada é primeiramente questão de saúde.
                Quando fala-se em dieta balanceada e saudável, muitos pensam que ela resume-se a comer frutas e verduras e privar-se daquelas guloseimas tão cobiçadas, o que na realidade não acontece. Claro que existem algumas especificações dependendo da patologia apresentada pelo individuo (Diabetes, hipertensão, hipercolesterolemia, intolerância a lactose, entre outras), esses devem ser orientados de forma bem individualizada, mas no geral, quando trata-se de um indivíduo saudável, comer bem implica dizer que deve-se ingerir aquilo que causa bem estar e um funcionamento regular ao organismo, sem privações, proibições ou excessos. Pode-se e deve-se comer de tudo, porém de forma equilibrada.
                O nosso corpo humano precisa de uma diversidade de nutrientes que não será encontrada em um único alimento ou grupo e suas carências assim como seus excessos podem provocar danos ao organismo, daí a importância de consumir diferentes alimentos todos os dias em quantidades adequadas. Variar entre os diversos grupos alimentares é a melhor opção (arroz, feijão, carnes, frutas, verduras, legumes, leite e seus derivados) incluindo ainda os doces e as gorduras que também são importantes. No que diz respeito ao controle do peso, não comer exageradamente é o segredo, o consumo exagerado de calorias pode ser evitado se você diminuir o tamanho das porções e aumentar na variedade. Lembrar sempre da importância da ingestão de água e da prática regular de atividade física também faz toda diferença no quesito homeostase (equilíbrio saudável).
Seja criterioso ao querer seguir dietas da moda ou dicas que amigos que não conhecem sobre o assunto. O Nutricionista é o profissional mais capacitada para orientá-lo adequadamente. Fica a dica!!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Os perigos dos remédios para emagrecer!



Tenho sido muito questionada sobre a utilização de medicamentos que auxiliam no processo de emagrecimento. No mercado farmacêutico, diversas são as fórmulas que prometem rapidez e praticidade na perda do peso, e não é que realmente elas funcionam?
Mais e todas as suas contra indicações?
 E as reações que causam?
São muitas... porém os médicos que os receitam muitas vezes não alertam seus pacientes.
Muitas das substâncias já foram proibidas pela ANVISA, como os derivados de anfetamina, uma droga que causa redução do apetite e consequentemente o emagrecimento, apenas uma ainda continua sendo comercializada no Brasil, a Sibutramina, porém seu uso deve ser cauteloso e nunca associar essa droga com outra, seja qual for, e isso é o que mais acontece.
                O uso da Sibutramina causa efeitos como boca seca, dores de cabeça, mal estar, insônia, taquicardia e aumento da pressão arterial. Pacientes com casos de problema cardíaco, derrame cerebral e taquicardia na família deve evitar seu uso. O mais preocupante nisso tudo, são as combinações desse medicamento com drogas do tipo: diuréticos, laxantes e alguns hormônios, que podem acarretar graves danos a saúde, podendo até levar o indivíduo à morte.
                Dentre as mais conhecidas, vemos usualmente a associação da sibutramina ao orlistate, uma laxante que age no intestino inibindo a absorção de gordura, que por esse motivo causa episódios de diarréia, ou associado a furosemida, diurético potente que causa perda de água corpórea, levando a sensação de emagrecimento.
                Vale ressaltar que, todos esses medicamentos e muitos outros utilizados por médicos, além desses danos, podem causar também inibição de diversos nutrientes levando o paciente a uma hipovitaminose, anemia ou até mesmo desnutrição Além do mais, seu uso pode até ocasionar a perda de peso desejado, porém ao término do tratamento, na maioria dos casos, recupera-se o peso anterior ou até mais. Ao procurar um médico, muito cuidado ao que ele prescreve. No MEU ponto de vista, apenas o endocrinologista pode, de forma cautelosa, prescrever algum medicamento se for muito necessário, nem mesmo nós Nutricionistas podemos fazê-lo. 

 Por isso, se você quer emagrecer, procure fazer isso de forma saudável, começando por mudanças no estilo de vida e uma reeducação alimentar, essa sim irá lhe garantir um emagrecimento adequado e melhora na sua qualidade de vida. Procure sempre um Nutricionista capacitado!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Alimento "remoso", será?


Na sabedoria popular, principalmente vinda daqueles mais antigos, é comum escutar a expressão ‘comida remosa’, mas na verdade será que este termo realmente deveria se utilizado?

Ao pé da letra, essa denominação é dada a qualquer alimento que provoque alguma reação alérgica, como coceira, inflamação, também chamados alimentos pesados. Na realidade, não existe nenhuma comprovação científica de que essa crendice seja verdadeira, o que a maioria desses alimentos considerados reimosos tem é uma grande quantidade de proteína e gordura e em alguns casos, algumas substâncias alergênicas, como é o caso de alguns peixes de pele e frutos do mar como o camarão, exeto esses, os outros alimentos por si só não causam nenhuma reação, a não ser que a pessoa que o consuma seja predisposta a alguma alergia.

Existem algumas situações que quando presentes em pessoas já predispostas a alegias aumentam ainda mais o poder das reações como, por exemplo, deficiência de vitamina C o que dificulta a cicatrização, a má circulação sanguínes, infecção na ferida, entre outros. Agora se a pessoa realmente acredita, o alimento pode sim ter seu efeito ‘esperado’, uma vez que o fator psicológico tem influência sobre todo o corpo. Sendo assim, não coloque a culpa de sua complicação pós cirúrgica ou machucados, nos pobres dos alimentos que são acima de tudo a base da nossa saúde.

 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Peixe, alimento fundamental!

Nesta época da semana santa, é comum a população introduzir na sua dieta habitual, o consumo do peixe. É uma pena que esse hábito ainda não seja comum entre os brasileiros, já que esse alimentotrás tantos benefícios a saúde.
O peixe, fazendo parte do grupo das carnes, é fonte de proteínas de alto valor biológico imprescindíveis a manutenção da saúde. Riquíssimo ainda em minerais como iodo, magnésio, fósforo, cálcio, potássio, entre outros e diversas vitaminas, dentre elas as lipossolúveis (A, E e D).
Comparados as outras carnes, o peixe apresente um baixo teor de gordura, e esta é considera gordura do ‘bem’. É composto por ácidos graxos essenciais, principalmente o Ômega 3, que tem efeito protetor contra as doenças cardiovasculares.
 Alguns benefícios do consumo habitual do peixe já foram comprovados cientificamente como: Diminuição das taxas de colesterol, protege da arteriosclerose, controla a pressão arterial, atua nos processos inflamatórios, diminui os riscos de agregação plaquetária, entre outros.

sábado, 31 de março de 2012

Chocolate, para uns vilão, para outros paixão!



O chocolate é sem dúvida uma das maiores delícias existente na gastronomia. Em suas diversas formas e sabores, agrada o paladar da maioria dos consumidores de todas as idades. A quem diga que o chocolate só traz malefícios a saúde como a obesidade, mas existem sim diversos benefícios sobre este alimento os quais poucos conhecem.

O consumo de chocolate faz com que o organismo libere dois hormônios muito conhecidos: a endorfina e a serotonina, esses são responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar, por isso são tão desejados principalmente pelas mulheres em períodos menstruais, devido à variação de humor comum nessa fase, esses hormônios juntamente com o açúcar, são também os responsáveis pelo ‘vício’ ao chocolate, os populares chocólatras. Além disso, o cacau presente em maior quantidade no chocolate amargo, quando puro e sem adição de gordura, contém uma grande quantidade de flavonóide, um antioxidante importantíssimo na redução o LDL (colesterol ruim), atuando assim na prevenção de doenças cardiovasculares. Além de serem ótimas fontes de carboidratos, fornecendo energia.

Porém alguns cuidados devem ser tomados na hora da escolha sobre qual chocolate comprar. Alguns estudos realizados demonstraram que altos teores de açúcares e gorduras acima dos recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) estão sendo utilizados em sua produção. Como já citei, o chocolate amargo ou meio-amargo é sem dúvida o mais saudável de todos, deve possuir pelo menos 70% de cacau puro para garantir seus benefícios, sem falar que acaba sendo menos calórico que os demais devido a pouca adição de gordura. O chocolate ao leite é o intermediário, mas mesmo assim é adicionado de muito gordura saturada. Já o chocolate branco, esse sim é que deve ser consumido em raras ocasiões. É constituído basicamente de manteiga de cacau, não contendo assim os flavonóides, leva altas doses de gordura trans e açúcar e não apresenta nenhuma propriedade nutricional.
Muito cuidado deve ser dado ao chocolate diet. Este pode ser usado por diabéticos uma vez que o açúcar é trocado por adoçante, porém isso não significa que seja menos calórico, afinal, para que se obtenha a consistência desejada, uma maior quantidade de gordura é adicionada, equivalendo assim seu valor calórico ao dos demais chocolates.
Mas vale ressaltar que apesar de delicioso, o chocolate só traz esses benefícios citados quando consumidos moderadamente, sem exageros, em média 2 ‘quadradinhos’ por dia, associados sempre com uma dieta balanceada e a prática de exercício físico regular.
Boa Páscoa a todos. Lembrando sempre: Páscoa não é só chocolate, mas sim a celebração da ressurreição de Cristo. Pense nisso!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Mitos e verdades sobre o óleo de Coco


Muito se tem comentado, principalmente na mídia, sobre os poderes de emagrecimento do óleo de coco, mais se faz necessário o bom censo dos telespectadores para não acreditar em tudo que se diz, isso não apenas em relação ao óleo, mais a qualquer outro produto comercializados que prometa verdadeiros milagres.

O óleo de coco realmente emagrece, isso é fato, por possuir efeito termogênico, sendo assim capaz de gerar calor e queimar calorias, sem falar que aumenta também a sensação de saciedade levando assim a menor ingestão de alimentos. Além desta função o óleo de coco acarreta diversos outros benefícios a saúde. Apesar de ser gordura saturada (popularmente conhecida como gordura ruim), ele é classificado como TCM (triglicerídeo de cadeia média), ou seja, é de fácil absorção, não necessitando assim de enzimas para fazer sua digestão e metabolismo, por isso são armazenados rapidamente no fígado, evitando assim que se acumulem na circulação, associado a isso ainda ajuda na redução do LDL (colesterol ruim) e eleva o HDL (colesterol bom), desta forma, o óleo de coco contribui para prevenção de doenças cardiovasculares.

O óleo de coco extra virgem também é rico em vitaminas, dentre elas a Vitamina E, potente antioxidante, agindo assim combatendo os radicais livres, que causa dentre outros, o envelhecimento precoce, possui ainda componentes que auxiliam na regularização do trânsito intestinal, seja em caso de constipação ou diarréia.

Porém é muito importante ressaltar que, apesar de todos os seus benefícios, o excesso deve ser evitado, uma vez que não deixa de ser gordura, e é importantíssimo que uma dieta pobre em gordura seja associada ao seu uso, de nada adiantará tomar o óleo de coco se não existir uma reeducação alimentar e uma prática regular de atividade física.

Cuidado ainda com os falsos óleos de coco, o ideal é que ele seja EXTRA VIRGE.
E lembre-se, é essencial que um profissional Nutricionista seja consultado para que seja utilizado na dosagem ideal, levando em consideração suas necessidades específicas!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Alimentos termogênicos, o que são?


Toda e qualquer atividade que o nosso organismo realize despende energia, até mesmo dormir ou o próprio ato de se alimentar. Para que o organismo faça corretamente a digestão dos alimentos se faz necessário queimar calorias, e quanto mais difícil for essa digestão, maior será o gasto energético e consequentemente muitas calorias serão perdidas durante este processo.

Esse é o grande segredo dos alimentos termogênicos, que na verdade são alimentos bem comuns ao nosso dia-a-dia, porém que exigem um esforço a mais do nosso organismo. Esses alimentos possuem substâncias que aumentam a temperatura corporal, aceleram o metabolismo aumentando assim a queima de gordura, sendo assim utilizados como ótimos aliados na perda de peso.
Porém, vale ressaltar que nenhum alimento é milagroso. Não existe fórmulas mágicas que faça ninguém emagrecer de uma hora para outra ou sem um pouco de sacrifício. Os alimentos termogênicos só trarão resultados quando consumidos regularmente e associados a uma dieta equilibrada em seus diversos nutrientes, associada a prática regular de atividade física.

Dentre tantos, alguns alimentos são mais conhecidos e utilizados como: a pimenta e o pimentão vermelho, o chá verde, o gengibre, vinagre de maça, canela, mostarda, fontes de ômega 3 (peixes), entre outros. Sem esquecer também da água, que talvez seja o maior termogênico de todos.
Mais é importante lembrar, que tudo em excesso faz mal, com os termogênicos não vai ser diferente. Algumas restrições devem ser dadas a pessoas com Hipertireoidismo, por acelerar ainda mais seu metabolismo, crianças, gestantes e lactantes, pessoas com labirintite (por alguns deles conterem cafeína), cardiopatas, hipertensos e alguns outros. Por isso, um profissional Nutricionista deve ser consultado para avaliar e indicar a necessidade de cada indivíduo.